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Dezembro 12, 2008
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onu) by Dra. Tania Leimig on 12-12-2008
No 60º aniversário da Declaração Universal dos direitos Humanos, no dia 10 de dezembro deste ano(2008), foi enviado a ONU um abaixo-assinado em favor da vida.
Grupos Abortistas se reuniam para propor que o aborto fosse um direito universal, como citamos em um post mais abaixo.
Mas a vida venceu! O objetivo seria conseguir 50.000 assinaturas.Conseguimos 330.000 assinaturas.
Parabéns a todos nós que militamos em favor da vida!
Alguns dos números:
167 mil assinaturas em inglês
81 mil assinaturas em espanhol
32 mil assinaturas em português
32 mil assinaturas em francês
5 mil assinaturas em alemão
3 mil assinaturas em italiano
10 mil assinaturas em outras línguas
Dezembro 08, 2008
Palestra com o Ex Ministro da República, Claudio Fontelles.
Claudio Fontelles e a sua admirável luta em defender o inicio da vida no momento da fecundação.
Assista um trecho da Palestra de Claudio Fontelles gravada pela Rede Missão em Porto Alegre:
http://br.youtube.com/watch?v=_pWq9OFXfCs
Estamos vivendo um momento de inversão de valores morais e estamos piorando, temos agora a inversão de valores científicos.
Contestar que a vida inicia-se no momento da fecundação é um equívoco proposital. Um equívoco que pretende conduzir o aborto à sua legalidade.
Os homens alteram o período de inicio da vida humana e com isto propagam a supremacia do direito da mulher sobre o seu corpo. Ora, como contestar o que já foi provado em outrora bela biologia, pela bioquímica, pela genética, pela ciência propriamente dita?
Qual o interesse de se legalizar o aborto no Brasil? Um sociedade ética prima pelos direitos e autonomias de todos e não de uns sobre os outros.
Na Bioética temos como um dos princípios básicos a Autonomia. A Autonomia seria a nossa capacidade de tomar decisões sobre a nossa vida. Na Autonomia devemos ter respeito pela nossa vida e pela vida do outro e tendo este respeito evitamos o aborto.
O aborto seria uma tendência anti-natural, que iria contra a autonomia do outro, um ato de violência contra o equilíbrio orgânico, psicológico e espiritual daquele ser vivo que recebe o impacto, assim como, daquele que planeja a ação.
É como se arrancássemos um pedaço do nosso DNA no interior das nossas células…Poderia faltar um braço, um olho, um rim…Poderíamos ter lesões graves em órgãos vitais…
O embrião se nutre e sobrevive do sangue da mãe, do seu oxigênio, promove uma revolução hormonal e bioquímica dentro dela.
É a vida em formação. Não temos o direito de arrancar e jogar fora.
Não é Autonomia planejar a morte de alguém. É um delito grave, é uma má ação.
Dezembro 02, 2008
No dia 10 de dezembro deste ano(2008), a ONU irá celebrar o 60° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Os grupos radicais a favor do aborto pretendem apresentar à assembléia geral da ONU, vários abaixo-assinados para exigir que o aborto seja um direito universal.
Os grupos mais poderosos planejam a morte de v
ários nascituros. Campanhas estão sendo promovidas hoje pela IPPF (International Planned Parenthood Federation) e pela Maire Stopes International, dois grupos que, juntos, são responsáveis por mais abortos do que qualquer outro grupo no mundo.
Ambos os grupos são bastante estimados pelos poderes estabelecidos da ONU; e seus esforços em promover um direito internacional ao aborto são bem-vistos por muitos Estados Membros das Nações Unidas, talvez pela maior parte da burocracia da ONU, e por poderosas fundações norte-americanas que repassam milhões para promover o aborto na ONU e ao redor do mundo.Precisamos unir nossos esforços para evitar este infanticídio.
Para assinar o abaixo-assinado, clique:
http://www.c-fam.org/publications/id.101/default.asp
Repasse esta mensagem para todos os teus familiares e amigos.
Nossa meta é apresentar mais de 50 mil nomes à Assembléia Geral. Nós precisamos da tua ajuda desde já, para impedir os abortistas de fazerem seus planos progredirem na ONU.