Normas para Células Tronco em Consulta Pública

Posted on Janeiro 9th, 2010 in Uncategorized |

Editado pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República-Nº 959 - Brasília, 6 de Janeiro de 2010 
 
 A população tem até o dia 5 de fevereiro para enviar sugestões e críticas à Consulta Pública nº 92, da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que irá estabelecer normas para o funcionamento dos Centros de Tecnologia Celular (CTC) de células-tronco humanas, adultas e embrionárias.
 
Para enviar sua posição/sugestão acesso o link http://www.anvisa.gov.br/scriptsweb/consulta_publica/consultas_paginado.asp?ano=2009
 
A proposta da Agência assegura a qualidade e a segurança dos procedimentos de pesquisa por meio do estabelecimento de requisitos mínimos. O documento atribui aos Centros a responsabilidade por todos as técnicas relacionadas ao preparo das células-tronco humanas e seus derivados. As atividades incluem coleta, processamento, acondicionamento, armazenamento, testes de controle de qualidade das células, assim como o descarte e a liberação para uso e transporte.
Para utilizar as células-tronco humanas e seus derivados em tratamentos, o interessado deve comprovar o reconhecimento da prática terapêutica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM). Além disso, as células utilizadas só poderão ser fornecidas pelos CTCs.
Instituições de pesquisa e serviços de saúde que realizem pesquisa clínica com células-tronco humanas e derivados devem submeter seus projetos à apreciação e aprovação dos respectivos comitês de ética em pesquisa, na forma descrita pela resolução do Conselho Nacional de Saúde.
A proposta determina, ainda, que os Centros devem apresentar licença de funcionamento, licença sanitária ou alvará sanitário atualizado, emitido pelo órgão de vigilância sanitária local. O documento está disponível na internet, no endereço www.anvisa.gov.br
Após a Consulta Pública, a norma deve ser aprovada pela Diretoria Colegiada da Anvisa para entrar em vigor.
 
Documento completo da consulta em  http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/0ac04280409f0b13818e8b414aafbbe2/Consulta+Publica+n+92.pdf?MOD=AJPERES
 

Eutanásia na Grã- Bretanha

Posted on Outubro 25th, 2009 in Uncategorized, Eutanásia |

 Suicídio assistido, uma falsa compaixão:
_O debate sobre o suicídio reapareceu nos últimos dias na Grã-Bretanha, com a notícia de que os médicos foram obrigados a deixarem morrer uma mulher que ingeriu uma substância anticongelante intencionalmente.

Segundo reportagem da BBC de 1º de outubro, Kerrie Wooltorton, de 26 anos, havia escrito um “testamento em vida”, no qual exigia que não interviessem, caso ela quisesse tirar a própria vida. As notícias sobre seu caso apareceram após uma recente investigação sobre sua morte, ocorrida em setembro de 2007.
Segundo o promotor, os médicos do Hospital Universitario Norwich teriam arriscado a infringir a lei caso atendessem a paciente com o objetivo de cuidar de sua saúde.
“Ela tinha capacidade de dar seu consentimento ao tratamento que, provavelmente, preveniria sua morte”, declarou o promotor em seus resultados “Recusou o tratamento possuindo pleno conhecimento sobre as consequências e morreu como resultado delas”. 
Posteriormente, o secretário de Saúde, Andy Burhnham, contava que o Parlamento deveria revisar a lei de Capacidade Mental, que regula casos como este, informou o jornal Telegraph, dia 4 de outubro.
Burnham afirmou que o caso de Wooltorton atinge a lei em um “novo território”, o qual não se acreditava que estivesse na mente dos legisladores. Um porta-voz da Conferencia Episcopal Católica apoiou uma revisão na legislação.
Pressões
Apesar das repetidas derrotas de propostas apresentadas ao Parlamento nos últimos anos para permitir a eutanásia, as pressões para mudar a lei continuam. Um tema de conflito que tem a ver com os cidadãos britânicos, que se suicidam com a ajuda da organização suíça Dignitas.
As autoridades britânicas podem processar quem ajuda a utilizar os serviços de Dignitas. Este verão, Debiie Purdy, que sofre de esclerose múltipla, ganhou o direito de saber sob que circunstâncias seu marido poderia ser processado se ela utilizasse a clínica Dignitas.
A sentença da Câmara dos Lordes exige que o chefe de fiscalização especifique quando o Estado deve atuar no caso de alguém ajudar um amigo ou familiar a suicidar-se no exterior, informou o jornal Daily Mail dia 31 de julho.
Segundo a reportagem, Purdy planeja ir à Suíça para se matar quando sua dor voltar a ser insuportável e deseja que seu marido, Omar Puente, esteja com ela.
O promotor chefe, Keir Starmer, anunciou no entanto que um processo era improvável, a não ser que a pessoa alentasse o ato de suicídio de forma maliciosa e não por um “desejo claro e conformado” de colocar fim à própria vida.
Isso, acrescentou, não significa que se possam estabelecer clínicas de suicídio na Grã-Bretanha. “O suicídio assistido é delito há 50 anos e minha política não fará nada para mudar isso”, afirmou.
Segundo o Times, mais de 100 britânicos já colocaram fim em suas vidas na clínica Dignitas.
Dignitas
A clínica Dignitas pode ser popular entre os britânicos, mas suas atividades receberam amplas criticas. Médicos ingleses advertiram que algumas pessoas que põem fim em suas vidas desta forma não sofrem de doenças terminais, informou o jornal Guardian dia 21 de junho.
O Guardian obteve uma lista de 114 pessoas do Reino Unido que puseram fim a suas vidas na clínica. Entre os casos, um casal tinha problemas intestinais, três pessoas com problemas renais e uma que sofria de artrite.
“Estou horrorizado com esta lista”, dizia ao jornal o professor Steve Field, do Royal College of General Pactitioners. “Estou preocupado porque sei que em muitas dessas situações os pacientes podem viver, produtivamente e significativamente, por muitos anos”.
Mais dúvidas sobre a clínica foram surgindo quando uma antiga empregada, Soraya Wernli, criticou duramente algumas de suas práticas.  Em um artigo do dia 19 de julho no Sunday Times, Wernli descreveu Dignitas como uma máquina de fazer dinheiro para seu proprietário, Ludwing Minelli.
“Tornou-se uma indústria”, afirmiu Wernli, de 51 anos de idade, acrescentando que o preço que é cobrado pela Dignitas subiu de 2.000 libras (3.200 dólares) há sete anos, para 7.000 libras (11.200 dólares) atualmente.
O artigo descrevia que em uma ocasião, a funcionária Wernli persuadiu uma inglesa com câncer a que não seguisse adiante com seu suicídio, sabendo que ela poderia ter uma vida decente, com os cuidados médicos apropriados. Mais tarde a mulher escreveu-lhe agradecendo por salvar sua vida.
Segundo artigo publicado dia 18 de julho no Telegraph, fiscais do Estado em Zurique revelaram as novas formas que irão reger o modo de funcionamento de organizações como Dignitas.
A lei exige que os pacientes passem por um longo período de tratamento na clinica antes de se matarem. A nova regulamentação entrará em vigor ainda este ano.
“As viagens de suicídio à Suíça não são proibidas, mas haverá um controle mais rigoroso para proibir os assim chamados ‘suicídios rápidos’ para pacientes estrangeiros”, afirmou o ministro da justiça Markus Notter.
Outras ameaças
Embora a eutanásia seja ilegal na Grã-Bretanha, há preocupação sobre o tratamento de pacientes em fase terminal. Um grupo de especialistas que lidam com doentes terminais escreveu uma carta ao jornal Telegraph, publicada dia 2 de setembro, na qual adverte que os pacientes estão morrendo prematuramente.
Segundo as diretrizes do Serviço Nacional de Saúde, podem-se retirar fluidos e medicamentos dos pacientes moribundos, e muitos são sedados de forma contínua, até a morte.
Os peritos observaram que este tratamento pode esconder os sinais caso a situação do paciente esteja melhorando.
“Prognosticar a morte é uma ciência inexata”, afirmavam. Como resultado, diagnosticam-se os pacientes que estão próximos da morte “sem considerar que o diagnóstico poderia estar errado”, continuava a carta.
Antes, uma reportagem da BBC de 12 de agosto afirmou que o uso de uma contínua sedação profunda é uma forma lenta de eutanásia.
O artigo citava pesquisas da London Scholl of Medicine and Dentristry que confirmam que esta sedação explica cerca de uma a cada seis mortes.
Um médico foi citado, Nigel Sykes, diretor de St. Christopher Hospice, em Syndehan, que dizia que somente poucos pacientes requerem sedação até que fiquem inconscientes ao final da vida.
Cuidados adequados
Se todos os pacientes tivessem acesso aos cuidados paliativos de alta qualidade, não haveria explicação para o suicídio assistido, declarou Steve Field, Presidente do Royal College of General Practitioners, em um artigo de opinião publicado dia 22 de junho no jornal Guardian.
Infelizmente, os serviços de cuidados sanitários e sociais não estão preparados para enfrentar as necessidades de muitos que se encontram próximos da morte, destacou Field. Nesta situação, o suicídio assistido não é a resposta correta, insistiu.
Por sua parte, o arcebispo Westminister, Dom Vincent Nichols, sustentava que a noção do direito a uma “boa morte” mina a sociedade, em um artigo publicado dia 16 de julho no Telegraph.
Se reduzimos a vida humana a um produto, uma questão de controle de qualidade, então estamos desvalorizando a vida humana, argumentou o arcebispo. Se, pelo contrário, cuidamos da vida humana desde o começo até seu fim natural, então aumentamos nossa humanidade, ao invés de perdê-la, concluiu. Valiosas palavras de advertência enquanto segue o debate sobre como lidar com o sofrimento. ( ZENIT.org)

Grávida inseminada com embrião errado

Posted on Setembro 26th, 2009 in Uncategorized |

Ela e o marido, Sean, se viram diante da decisão de interromper a gestação ainda no início ou de entregar o bebê aos pais biológicos após o parto.

Segundo um telejornal, o outro casal agradeceu à decisão dela de não fazer um aborto.

 Grávida inseminada com embrião errado terá que dar bebê aos pais
http://www.espacovital.com.br/noticia_ler.php?id=16158&utm_source=DTDLISTAS-ESPACOVITAL&utm_medium=Not%c3%adcias%20de%20casos%20judiciais%20-%2023.09.2009
(23.09.09)
Uma norte-americana de 40 anos, grávida de nove meses, terá de entregar o filho aos verdadeiros pais biológicos, após saber foi inseminada com os embriões errados.

Carolyn Savage, da cidade de Sylvania, no Estado de Ohio, havia recorrido à inseminação artificial para ter seu quarto filho, mas logo após receber a notícia da gravidez foi informada de que a clínica havia cometido um engano e que o embrião não era o seu.
Ela e o marido, Sean, se viram diante da decisão de interromper a gestação ainda no início ou de entregar o bebê aos pais biológicos após o parto. “Foi a pior notícia que recebemos em toda a nossa vida”, disse Sean. As informações são do canal de tevê NBC.
 

O casal esperou até as 14 semanas de gestação até entrar em contato com os pais biológicos da criança, sempre por meio de advogados e anonimamente. Apenas no meio da gravidez é que os dois casais se encontraram pessoalmente, e vêm mantendo uma relação descrita pela emissora de tevê como “cordial”.
Segundo o telejornal, o outro casal agradeceu à decisão dela de não fazer um aborto. “Tem sido difícil, mas tínhamos que colocar as necessidades da criança em primeiro lugar”, afirmou ela. “Acho que o mais duro será o parto”, disse Carolyn. “É claro que vamos pensar nesta criança pelo resto da vida. Mas eles são os pais dela e só vamos querer saber se ela é feliz e tem saúde.”

Carolyn e Sean Savage já têm outros três filhos, mas apenas o primeiro nasceu de uma gravidez saudável. O segundo filho foi prematuro e a terceira acabou sendo concebida dez anos depois, por meio de uma inseminação artificial. Foi nesta ocasião que o casal decidiu congelar vários embriões, que ainda estão guardados.

Os Savage planejam tentar ter outro filho com estes embriões, por meio de uma ´barriga de aluguel´.

Os advogados do casal estão tentando fazer com que a clínica reconheça a responsabilidade pelo erro, ou levarão o caso à Justiça.

Bebê Sobrevive Após Desligamento de Aparelhos.

Posted on Junho 30th, 2009 in Uncategorized |

E a vida pede passagem outra vez…

 Um bebê que estava morrendo de meningite surpreendeu os médicos ao sobreviver depois que o respirador artificial que usava foi desligado.

Os especialistas deram a Grace Vincent uma chance de sobrevivência de um por cento depois que ela contraiu a doença com apenas seis semanas de vida.

Vincent passou quatro dias em terapia intensiva antes que seus pais, Pete e Emily, decidissem que o equipamento que garantia sua sobrevida deveria ser desligado.

Mas, quando aguardavam sua morte ao lado do berço no Hospital Geral de Newcastle, viram com surpresa que Grace começou a respirar sozinha.

O bebê está se recuperando em casa, na cidade de Newcastle, no norte da Inglaterra, desde terça-feira.

A mãe do bebê, Emily Ashurst, de 26 anos, disse que Grace nasceu sem complicações no dia 3 de abril. O pai, Pete Vincent, um fuzileiro naval da Marinha britânica de 26 anos, tinha voltado do Afeganistão, onde forças britânicas participam da coalizão liderada pelos Estados Unidos, e estava se ambientando à vida de volta na Inglaterra, quando a filha ficou doente.

“A decisão de desligar a máquina foi baseada no que os médicos estavam nos dizendo”, afirmou Vincent, segundo o jornal britânico The Daily Telegraph. “Os resultados dos testes eram muito ruins então nós pensamos que seria melhor para ela. Eles nos disseram que ela daria umas últimas respiradas.” “Mas ela continuou respirando pelas próximas seis horas. Seis meses no Afeganistão foram fáceis em comparação a isto.” Grace foi hospitalizada no dia 16 de maio com uma infecção de estreptococos do grupo B, que causa meningite e, de acordo com reportagem do Daily Telegraph, pode matar um em cada oito bebês.

Ki Pang, neurologista do Hospital Geral de Newcastle, disse que a sobrevivência do bebê foi “uma feliz surpresa”, segundo o Daily Telegraph. “Quando Grace veio ao hospital foi óbvio para todos que ela era de fato um bebê extremamente doente.” “Nós tivemos que dar a ela (…) uma máquina para ajudar a respirar, drogas para manter o coração batendo e havia sinais de que os órgãos estavam falhando.” “Depois que foi tomada a decisão de suspender a sustentação (artificial) da vida ninguem achou que ela iria sobreviver”, disse o médico, segundo o jornal britânico.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/06/24/ult5022u2492.jhtm

Driblando a Eutanásia.

Posted on Junho 30th, 2009 in Uncategorized |

Seul, 24 jun (EFE).- Uma paciente sul-coreana em coma irreversível continua em estado estável, depois de os aparelhos que a mantinham com vida terem sido desligados nesta terça-feira.

O Hospital Yonsei Severance, de Seul, desligou ontem os aparelhos de respiração artificial que mantinham com vida a paciente, no primeiro caso de eutanásia da Coreia do Sul.

A paciente, uma mulher de 77 anos identificada pelo sobrenome Kim, se encontra em estado vegetativo desde fevereiro do ano passado.

Em princípio, acreditava-se que Kim morreria aproximadamente três horas após o desligamento do suporte vital artificial.

No entanto, a paciente continua viva mais de 24 horas depois de os aparelhos terem sido desligados, e especialistas não descartam que ela continue assim durante um longo tempo, informou a agência local “Yonhap”.

O hospital disse hoje que Kim se mantém em um estado quase igual ao anterior ao desligamento, e que continuará fornecendo os alimentos necessários para mantê-la viva.

Kim entrou em coma devido a um problema pulmonar quando realizava exames para determinar se sofria de câncer, e em seguida os médicos determinaram que ela não tinha nenhuma possibilidade de se recuperar.

A Justiça sul-coreana autorizou em 21 de maio o direito da paciente de morrer, ao aceitar a reivindicação apresentada por seus filhos para que os aparelhos respiratórios fossem desligados.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/ultnot/efe/2009/06/24/ult1808u142355.jhtm

Movimento na Espanha- Manifesto de Madrid- Contra o Aborto.

Posted on Março 23rd, 2009 in Uncategorized |

ONU E O DESRESPEITO À VIDA.

Posted on Dezembro 2nd, 2008 in Uncategorized |

No dia 10 de dezembro deste ano(2008), a ONU irá celebrar o 60° aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Os grupos radicais a favor do aborto pretendem apresentar à assembléia geral da ONU, vários abaixo-assinados para exigir que o aborto seja um direito universal.
Os grupos mais poderosos planejam a morte de vcriancinha.jpgários nascituros. Campanhas estão sendo promovidas hoje pela IPPF (International Planned Parenthood Federation) e pela Maire Stopes International, dois grupos que, juntos, são responsáveis por mais abortos do que qualquer outro grupo no mundo.
Ambos os grupos são bastante estimados pelos poderes estabelecidos da ONU; e seus esforços em promover um direito internacional ao aborto são bem-vistos por muitos Estados Membros das Nações Unidas, talvez pela maior parte da burocracia da ONU, e por poderosas fundações norte-americanas que repassam milhões para promover o aborto na ONU e ao redor do mundo.Precisamos unir nossos esforços para evitar este infanticídio.

Para assinar o abaixo-assinado, clique:
http://www.c-fam.org/publications/id.101/default.asp
Repasse esta mensagem para todos os teus familiares e amigos.

Nossa meta é apresentar mais de 50 mil nomes à Assembléia Geral. Nós precisamos da tua ajuda desde já, para impedir os abortistas de fazerem seus planos progredirem na ONU.

Cidadã Brasileira Vive Nove Meses, Seis Horas e Quarenta e Cinco Minutos.

Posted on Setembro 23rd, 2008 in Uncategorized |

Em 2004, Mônica Torres Lopes Sanches, recebia o diagnóstico de que sua filha era anencéfala. Naquele época, ela poderia ter interrompido a gravidez sob proteção de uma liminar expedida pelo ministro Ministro Marco Aurélio em 1º de julho de 2004 e que vigorou até 20 de outubro daquele ano.
A liminar permitia a interrupção da gravidez em caso de feto anencéfalo sem a necessidade de uma autorização judicial. No entanto, Mônica, decidiu ter a filha.

Giovana Lopes Sanches, viveu durante seis horas e quarenta e cinco minutos após nascer, em 25 de março de 2005. Teve certidão de nascimento e de óbito o que, segundo a mãe, faz dela uma “cidadã brasileira”. Segundo Mônica, enquanto estava na UTI, a filha a reconheceu, e os batimentos aumentaram de 94 para 129.

Durante a gravidez, ela diz que “não teve esse sofrimento estúpido como se diz por aí”, referindo-se ao sofrimento das mulheres que não podem interromper a gravidez citado por pessoas favoráveis ao aborto e que se pronunciaram nas audiências. O que me fazia sofrer era quem não via vida na minha gravidez”, complementa.

Ela diz que se a descriminalização da antecipação do parto em casos de bebês anencéfalos for aprovada, será como dizer que a vida da filha dela não valeu nada. “Como se a vida dela não fosse uma verdade, como se fosse uma verdade relativa”, lamenta.

Mônica Torres Lopes Sanches, esteve presente na última audiência pública sobre a descriminalização da antecipação do parto nesses casos, realizada hoje no STF (Supremo Tribunal Federal), nesta terça-feira (16), quando foi realizada a última sessão da audiência pública de debate sobre o tema.
No encerramento, o ministro Marco Aurélio de Mello disse que se tivesse poder, constituiria um colegiado só de mulheres para julgar o tema que tem uma ligação tão direta com elas. O ministro e relator do processo disse também não haver pressa para a realização do julgamento, apesar de desejar que ele ocorra ainda em novembro deste ano.

Anencéfalos são bebês inviáveis?

Posted on Setembro 2nd, 2008 in Uncategorized |

Para a OMS, depois dos defeitos cardíacos, os defeitos do Tubo Neural são as malformações congênitas mais comuns em todo o mundo. O termo “Inviáveis” define o tempo que estes bebês passam após o nascimento, é um tempo curto, podendo ser de minutos, horas, semanas ou até anos.

O fato reside em: “o que se vai fazer com o anencéfalo”?

Partindo-se do pressuposto de que ele é um ser vivo e não um natimorto, ele passa a ser inviável para quem? Para a sociedade, para a mãe, para o pai ou para o Estado? 

A inviabilidade da sua vida está no tempo em que ela durará ou em ela existir ou não?

 Nos anencéfalos há vida, embora mais frágil, carente de maiores cuidados e atenções. No caso de ser aprovado o aborto dos anencéfalos, daremos a mãe o direito de optar em ter ou não um filho com defeitos congênitos, porém, não damos nenhum direito ao embrião, ao feto, ao novo ser vivo em formação, de se manter em condições de sobrevivência e de cumprir o tempo detrminado pelo seu relógio biológico.

As pessoas matam seus pais por saberem que eles estão com uma doença terminal e só possuem alguns meses de vida? Creio que não. Se a justificativa do aborto dos anencéfalos é o tempo que eles passam na Terra essa justificativa não tem fundamento. Mas, se é porque o bebê é deformado e vai causar constrangimento aos seus pais e/ou a sociedade, ora, vamos elevar o nível da conscientização e de amor dessas pessoas. Não podemos condenar o anencéfalo à pena de morte. E como diz o professor doutor Rodolfo Acatauassú Nunes … “Além disso, eliminar intencionalmente o feto, porque uma dada afecção implica inexoravelmente em brevidade de vida extra-uterina, não se coaduna com os princípios mais elementares da Medicina entrando no escopo do chamado aborto eugênico, que não encontra respaldo legal em nosso meio”.

E a professora Lívia Pithan, especialista em bioética afirma que :  “ O  perigo de se usar argumentos para desqualificar a vida humana nos situa numa“ ladeira escorregadia “, donde se pode deslizar para tudo”.

No mesmo sentido posicionou-se o Comitê Nacional de Bioética da Itália, afirmando que : “O anencéfalo é uma pessoa vivente e a reduzida expectativa de vida não limita os seus direitos e a sua dignidade”. 

Diante do debate envolvendo as malformações fetais nos perguntamos se cabe aos médicos, intentos defensores da vida,  as atribuições de decidir sobre a morte de seres humanos?

O ciclo biológico da vida passa pela concepção, nascimento, evolução e morte. Nos anencéfalos há uma diminuição deste tempo de vida, porém, não há ausência de vida.
Seu pouco tempo de vida não pode gerar um ato condenatório contra ele mesmo.

 Morrer, todos nós vamos. Recém-nascidos e crianças morrem todos os dias. A anencefalia sempre existiu e não aumenta  nem diminue as taxas de mortalidade materna. Isto é um mito. A morte dos anencéfalos é certa, como a de todos nós seres vivos.

 E como dizia Julían Marías em Antropología Metafísica: “a morte faz parte da vida porque morrer não é simplesmente desaparecer, como matar não é fazer desaparecer”.

Lembrando também que o aborto traz consequências e traumas para mãe para o resto das suas vidas, incluindo: queda da auto-estima, frustrações no seu instinto maternal, aversão ao companheiro, depressões, tentantiva de suicídio e neuroses diversas.
Cabe aos pais a responsabilidade de assumir seu filho portador da anencefalia, cabe ao Estado e aos profissionais de saúde o apoio, o estímulo à vida e o suporte psicológico aos pais.  

Pesquisa com Células Tronco Embrionárias: Brasil Um Passo Atrás.

Posted on Maio 30th, 2008 in Uncategorized |

Lamentável a decisão do Supremo Tribunal Federal(STF) que aprovou a Pesquisa com Células Tronco Embrionárias. O Brasil dá um passo atrás, pois as experimentações e pesquisas mostram que o uso de células tronco embrionárias é irracional, devido a falta de controle que os cientistas têm de manter as células tronco embrionárias gerando determinado tecido. E mais, do risco das células tronco gerarem tumores malignos. A verdade sobre estas pesquisas é que uma pessoa que é tratada com células tronco embrionárias necessita tomar drogas imunodepressoras pelo resto da vida, para evitar rejeições. Já no uso de células tronco adultas, não existe perigo de rejeição.

As células-tronco embrionárias não são o remédio para a cura de todos os males. As células-tronco adultas, retiradas do próprio paciente, já beneficiam mais de 20 mil pessoas com diversos tipos de tratamento de doenças degenerativas.Você sabia que para uma pessoa se submeter a uma terapia com células tronco embrionárias são necessários o sacrifício de 400 mil embriões???

A matança desenfreada de seres vivos, para a retirada de algumas células que podem causar mais mal do que bem ao paciente, só é promissora para um grupo de cientistas e para alguns laboratórios. Esta pesquisa movimentará alguns milhões para um grupo de pessoas. Mas os cidadãos precisam saber sobre os mitos no uso irracional das células tronco embrionárias.

A idéia de que o uso de células tronco embrionárias pode se transformar em vários tecidos do corpo e a promessa de “cura” de algumas enfermidades são meias verdades que vem estampando um fundo irreal para estas pesquisas. A verdade é que no uso das células tronco temos a formação de tumores como o Teratoma.

Muitos deficientes físicos compareceram ao STF em suas cadeiras de roda, apelando para a decisão favorável dos Ministros para esta pesquisa. É bom lembrar que no dia 2 de março de 2005, deficientes físicos também se reuniram e em cadeiras de roda foram transportados até o plenário da Câmara Federal, a fim de pressionar os deputados a aprovarem o Projeto de Lei de Biossegurança. Mas não se deve aprovar Leis, que vão sacrificar vidas, sacrificar os embriões e sacrificar o ser humano para o resto da vida, pois as células tronco embrionárias precisam ser domadas para formar determinado tecido.

Em relação a estas pesquisas já se verificou que recentes publicações em revistas científicas como: Nature, Reproduction, Lancet, etc… Que, quando injetadas em ratos, ocasionaram teratomas (tumores de diversas linhagens celulares) em até 50% dos animais. Além de várias anormalidades genéticas também vistas no câncer, através de pesquisas feitas há mais de 15 anos por laboratórios respeitados de Biologia Celular, como o da Dra. Alice Teixeira, médica da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo.

O chefe do Departamento de Ensino e Pesquisa do Instituto Nacional de Cardiologia de Laranjeiras (INCL), Antônio Carlos Campos Carvalho, ressalta: _“Não temos condições de usar as células embrionárias no tratamento de pacientes porque, justamente por serem tão versáteis e se transformarem em todos os tecidos do organismo, há enorme dificuldade para controlá-las. Seria uma temeridade implantar células embrionárias hoje porque elas poderiam até gerar tumores”, afirmou Carvalho. Em 1998, Thomson isolou células tronco extraídas de embriões humanos. Mas o estudo de células tronco embrionárias (CTE) em animais existe desde 1981, quando elas foram isoladas em embriões de camundongo. Até agora, nem sequer em animais se obteve qualquer resultado seguro o bastante para se experimentar qualquer terapia em pessoas. Em 2006, a revista Nature comemorava 25 anos de pesquisa com células tronco embrionárias[1]. Uma história de fracassos.

Portanto, se eu tenho o risco da aprovação de uma Lei que prejudica o homem, o ser humano; eu ponho em risco a Ciência, pois estou desprezando o fator da responsabilidade ética na falta de transmissão de informações verdadeiras para toda uma população.Os cidadãos devem conhecer os riscos enormes destas experiências com células tronco embrionárias. Não devemos dizer: “Vamos aprovar, vamos testar e depois a gente ver como fica…” Isto é desrespeito aos seres humanos. É ir contra a Declaração Universal dos Direitos Humanos. É ir contra à dignidade de cada um. Os cientistas, políticos e Órgãos competentes devem assegurar a proteção dos direitos fundamentais do Ser Humano que são resultado de diversas fontes e tradições do pensamento jurídico, político e inclusive religioso.

A justiça não exclui a religiosidade, assim como a ciência não deve excluir o bom senso e a ética nas pesquisas. As células tronco adultas que são retiradas de tecidos adultos, portanto, sem o sacrifício dos embriões; já estão sendo usadas com enorme sucesso no mundo inteiro para a cura de mais de 73 doenças, entre elas: esclerose múltipla, infartos, doenças auto-imunes como: lupus eritematoso, artrite reumatóide, anemia grave…

No uso de células tronco embrionárias corre-se o risco da transferência de patogenias para o paciente, o risco de rejeição e de formação de tumores. Será que é correto arriscar tanto? Será que é correto se omitir as verdades sobre o risco das células retiradas dos embriões? Será que é correto a matança exagerada de embriões para um resultado duvidoso e arriscado?

Fetos descobrem câncer na mãe e chutam um pedaço do tumor para fora do útero materno.

Posted on Fevereiro 8th, 2008 in Uncategorized |

A britânica Michelle Stepney de 35 anos estava grávida de gêmeos. E, após um sangramento foi levada a um hospital com suspeita de aborto. No hospital os médicos chegaram a conclusão que se tratava de um pedaço de tumor expelido do colo do seu útero. Na verdade, Michelle Stepney, sentiu muitos chutes e movimentos dos seus bebês na barriga, e não sabia que eles estavam colocando para fora um pedaço do tumor.

Após o diagnóstico, Michelle Stepney, decide continuar com a gravidez de gêmeos e fazer  a quimioterapia; mesmo com a sugestão dos oncologistas de  submetê-la a uma cirurgia para a retirada completa do útero e consequentemente ao final da gravidez.

Na 33ª semana de gestação, as gêmeas  Alice e Harriet nasceram em perfeito estado de saúde, não apresentando apenas os cabelos, devido à medicação ingerida pela mãe.

Semanas após o nascimento das filhas, Michelle foi submetida a uma cirurgia para a retirada do útero. Os médicos acreditam que ela está curada. Michelle diz que deve sua vida às filhas:  Alice e Harriet.

Em Defesa da Vida. O aborto não deve ser legalizado no Brasil.

Posted on Dezembro 11th, 2007 in Uncategorized |

Vamos nos manifestar contra o aborto.

Acessando o site: www.defesadavida.com.br

Vamos lutar para que o aborto não seja legalizado no Brasil, salvo em risco de morte da mãe.

Delegados da Conferência Nacional de Saúde rejeitam descriminalização do aborto.

Posted on Novembro 19th, 2007 in Uncategorized |

RADIOBRÁS - AGÊNCIA BRASIL - 18.11.2007 http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/11/18/materia.2007-11-18.8955620558/view

Delegados da Conferência Nacional de Saúde rejeitam descriminalização do aborto Danilo Macedo Repórter da Agência Brasil Fabio Rodrigues Pozzebom/ABr Brasília - O delegado Ricardo de Castro Galvão, de Varzedo (BA), participante da 13ª Conferência Nacional de Saúde faz manifestação contra o aborto durante realização da última plenária do evento Brasília - Os delegados com direito a voto na 13ª Conferência Nacional de Saúde, que termina hoje (18) em Brasília, decidiram excluir do relatório final do encontro a recomendação da proposta de descriminalização do aborto. Por ampla maioria, os 2.627 delegados presentes à plenária final votaram pela supressão da proposta de política pública. Quem votou a favor do texto foi vaiado. Segundo o presidente do Conselho Nacional de Saúde, Francisco Batista Júnior, pelo menos 70% dos participantes rejeitaram a proposta. A sessão foi marcada pela confusão em torno da redação final da proposta, que excluiu a palavra aborto. O texto trazia a seguinte citação: “Assegurar os direitos sexuais e reprodutivos, respeitar a autonomia das mulheres sobre seu corpo, reconhecendo-o como problema de saúde pública e discutir sua descriminalização por meio de projeto de lei”. Segundo os participantes da conferência, a menção ao aborto estaria na referência sobre o corpo feminino. A redação foi contestada pelas entidades contrárias ao aborto. “A modificação do texto não foi feliz. Não foi de acordo com o que tinha sido votado na plenária estadual de São Paulo”, afirmou o gestor de Relações Institucionais da Pastoral da Criança, Clóvis Boufleur. Apesar das críticas, Boufleur comemorou a rejeição da proposta. “Essa posição reflete o pensamento do povo brasileiro”, avalia o representante da Pastoral da Criança. “Pesquisas mostram que mais de 60% do povo brasileiro é contrário ao aborto, à penalização da vida.” Coordenador do Pacto Nacional pela Redução da Mortalidade Materna e Neonatal do Ministério da Saúde, Adson França disse que a derrubada da proposta não correspondia às expectativas do ministério. “A rejeição causou muita estranheza porque a proposta passou em mais de oito plenárias temáticas, com mais de 300 delegados cada”, explicou. Para França, o principal problema talvez tenha sido a falta de tempo para negociar. “O horário da votação, no início da sessão, talvez não tenha sido oportuno”, diz. O tratamento do aborto como questão de saúde pública, com a descriminalização da prática, tinha sido encaminhado por dez estados. Nos dois primeiros dias da conferência, a questão dividiu os delegados. Das dez plenárias prévias realizadas até sexta-feira (16), seis haviam encaminhado a decisão para a plenária final, três haviam aprovado e uma, rejeitado a proposta. A decisão da conferência não tem efeito legal, mas é tida como um importante indicativo da sociedade para o Congresso Nacional, onde tramitam vários projetos sobre o aborto, um deles há 16 anos.